segunda-feira, 13 de junho de 2011

Tolerance - Despair

"In the world it is called Tolerance, but in hell it is called Despair, the sin that believes in nothing, cares for nothing, seeks to know nothing, interferes with nothing, enjoys nothing, hates nothing, finds purpose in nothing, lives for nothing, and remains alive because there is nothing for which it will die."

Dorothy L. Sayers

sábado, 21 de maio de 2011

O DESCONCERTO DO MUNDO - Camões

O DESCONCERTO DO MUNDO

Os bons vi sempre passar
No mundo graves tormentos;
E, para mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado.
Assim que, só para mim,
Anda o mundo concertado.

Camões

Nó Górdio - Alexandre, o Grande

Fonte: wikipedia

"A provável lenda do górdio remonta aoséculo VIII a.C.

Conta-se que o rei daFrígia (Ásia Menor) morreu sem deixar herdeiro e que, ao ser consultado, o Oráculoanunciou que o sucessor chegaria à cidade num carro de bois. A profecia foi cumprida por um camponês, de nomeGórdio, que foi coroado. Para não esquecer de seu passado humilde ele colocou a carroça, com a qual ganhou a coroa, no templo de Zeus. E a amarrou com um nó a uma coluna, nó este impossível de desatar e que por isso ficou famoso.

Górdio reinou por muito tempo e quando morreu, seu filho Midas assumiu o trono. Midas expandiu o império, porém, ao falecer não deixou herdeiros. O Oráculo foi ouvido novamente e declarou que quem desatasse o nó de Górdio dominaria toda a Ásia Menor.

Quinhentos anos se passaram sem ninguém conseguir realizar esse feito, até que em 334 a.C Alexandre, o Grande, ouviu essa lenda ao passar pela Frígia. Intrigado com a questão, foi até o templo de Zeus observar o feito de Górdio. Após muito analisar, desembainhou sua espada e cortou o nó. Lenda ou não o fato é que Alexandre se tornou senhor de toda a Ásia Menor poucos anos depois.

É daí também que deriva a expressão "cortar o nó górdio", que significa resolver um problema complexo de maneira simples e eficaz."

sábado, 5 de março de 2011

Ser coletivo que carrega o nome de Goethe

"Goethe uma vez respondeu à pergunta “Quem sou eu?”, da seguinte forma: “Guardei e usei tudo que vi, ouvi e observei. Minhas obras foram nutridas por incontáveis indivíduos, inocentes e sábios, brilhantes e estúpidos. Infância, maturidade e velhice me trouxeram seus pensamentos, suas perspectivas de vida. Frequentemente colhi o que outros plantaram. Meu trabalho é obra de um ser coletivo que carrega o nome de Goethe”

Fonte: O Globo, caderno Prosa&Verso de 5 de março de 2011.