sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Maio Há Kowski

Não se contava o tempo
Depois, o tempo foi sendo medido pelas estações e ninguém se incomodou
Inventaram os meses e pouquíssimos se manifestaram
Criaram logo as horas e minutos e houve quem até celebrasse
Exigiram-nos rapidez de segundos e já não há mais tempo para fazer nada

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

O difícil e o Impossível

O difícil nós fazemos agora, o impossível leva um pouco mais de tempo - Ben Gurion

terça-feira, 21 de novembro de 2017

A túnica de Nessus

Com medo de que Hércules ficasse com uma amante, sua esposa Deianeira lhe deu a túnica que foi manchada com o sangue do centauro Nessus. 

Ela tinha sido enganada por Nessus moribundo para acreditar que seria uma poção para garantir a fidelidade do marido. 

Na verdade, continha o veneno da hidra de Lerna com o qual Hércules havia envenenado a seta que ele usou para matar Nessus. 

Quando Hércules a coloca, o veneno da hidra começa a cozinhá-lo vivo e, para escapar dessa dor insustentável, ele constrói uma pira funerária e se atira sobre ela. 

Metaforicamente, representa "uma fonte de infortúnio a partir da qual não há escapatória, um presente fatal, qualquer coisa que ferre as susceptibilidades" [3] ou uma "força ou influência destrutiva ou expiatória". [4]


Fonte:


domingo, 17 de setembro de 2017

velho morre e o novo não pode nasce

"A crise consiste precisamente no fato de que o velho morre e o novo não pode nascer: neste interregno se verificam os fenômenos mórbidos mais variados". Gramsci