quinta-feira, 2 de outubro de 2008
domingo, 28 de setembro de 2008
Luis Buñuel
"Si me dijeran: te quedan veinte años de vida, ¿qué te gustaría hacer durante las 24 horas que vas a vivir?, yo respondería: dadme dos horas de vida activa y veinte horas de sueños, con la condición de que luego pueda recordarlos; porque el sueño solo existe por el recuerdo que lo acaricia".
"Se me dissessem: lhe restam vinte anos de vida, o que gostaria de fazer durante as 24 horas que vai viver?, eu responderia: dê-me duas horas de vida ativa e vinte e duas horas de sonhos, contanto que possa lembrar-me destes, porque o sonho só existe através da memória que o alimenta.”
http://recantodasletras.uol.com.br/resenhas/104237
"Se me dissessem: lhe restam vinte anos de vida, o que gostaria de fazer durante as 24 horas que vai viver?, eu responderia: dê-me duas horas de vida ativa e vinte e duas horas de sonhos, contanto que possa lembrar-me destes, porque o sonho só existe através da memória que o alimenta.”
http://recantodasletras.uol.com.br/resenhas/104237
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Menor país do mundo é uma plataforma militar
Menor país do mundo é uma plataforma militar
23.05.07 17:02 - Categorias: Variedades
Sealand, uma antiga plataforma militar, cujo acesso só pode ser feito por barco ou helicóptero, é o menor Estado do mundo. A plataforma com 550 m2 habitáveis, situada no mar do Norte, na altura das costas inglesas, foi fundada por um britânico excêntrico, Roy Bates, em 1967. Sealand tem Constituição, bandeira, hino nacional, moeda oficial, passaportes - e até uma seleção de futebol
Agora, Roy decidiu vender o país. Pede 10 milhões de libras, cerca de R$ 41 milhões. Para convencer possíveis compradores, os atrativos mostrados são a vista infinita do mar, a tranqüilidade absoluta garantida, e nenhum imposto.
O principado de Sealand é um Estado autoproclamado, não reconhecido por nenhuma outra nação. Ocupa uma antiga plataforma metálica, Roughs Tower, assentada em duas torres de cimento armado na altura de Harwich, no leste da Inglaterra. A plataforma foi construída em 1941, durante a Segunda Guerra Mundial, para a instalação de uma bateria antiaérea.
Em 1967, Roy Bates, ex-major do Exército britânico, ocupou a plataforma com a família e declarou que o local, por estar localizado em águas internacionais, podia ser considerado um Estado e se autoproclamou "príncipe".
Um ano depois, a Marinha Real tentou retirar o proprietário, e foi alvo de disparos feitos a partir da plataforma. Em seguida, um juiz deu razão a Roy Bates contra o governo britânico e considerou que Sealand estava além do limite das águas territoriais do Reino Unido.
Atualmente, é Michael, filho de Roy Bates, que está à frente da ilha. Ele substituiu o seu pai em 1999, devido a problemas de saúde, mas não mostra grande apego ao seu reino e agora o colocou à venda.
Recentemente, o site The Pirate Bay anunciou o interesse em comprar Sealand, para lá hospedar os seus servidores. Os fundadores do site querem hospedar seus serviços longe de ações judiciais, como as tentativas feitas pela RIAA (indústria fonográfica dos EUA) e outros.
http://www.clesio.net/cn/index.php/2007/05/23/menor_pais_do_mundo_e_uma_plataforma_mil?blog=12
23.05.07 17:02 - Categorias: Variedades
Sealand, uma antiga plataforma militar, cujo acesso só pode ser feito por barco ou helicóptero, é o menor Estado do mundo. A plataforma com 550 m2 habitáveis, situada no mar do Norte, na altura das costas inglesas, foi fundada por um britânico excêntrico, Roy Bates, em 1967. Sealand tem Constituição, bandeira, hino nacional, moeda oficial, passaportes - e até uma seleção de futebol
Agora, Roy decidiu vender o país. Pede 10 milhões de libras, cerca de R$ 41 milhões. Para convencer possíveis compradores, os atrativos mostrados são a vista infinita do mar, a tranqüilidade absoluta garantida, e nenhum imposto.
O principado de Sealand é um Estado autoproclamado, não reconhecido por nenhuma outra nação. Ocupa uma antiga plataforma metálica, Roughs Tower, assentada em duas torres de cimento armado na altura de Harwich, no leste da Inglaterra. A plataforma foi construída em 1941, durante a Segunda Guerra Mundial, para a instalação de uma bateria antiaérea.
Em 1967, Roy Bates, ex-major do Exército britânico, ocupou a plataforma com a família e declarou que o local, por estar localizado em águas internacionais, podia ser considerado um Estado e se autoproclamou "príncipe".
Um ano depois, a Marinha Real tentou retirar o proprietário, e foi alvo de disparos feitos a partir da plataforma. Em seguida, um juiz deu razão a Roy Bates contra o governo britânico e considerou que Sealand estava além do limite das águas territoriais do Reino Unido.
Atualmente, é Michael, filho de Roy Bates, que está à frente da ilha. Ele substituiu o seu pai em 1999, devido a problemas de saúde, mas não mostra grande apego ao seu reino e agora o colocou à venda.
Recentemente, o site The Pirate Bay anunciou o interesse em comprar Sealand, para lá hospedar os seus servidores. Os fundadores do site querem hospedar seus serviços longe de ações judiciais, como as tentativas feitas pela RIAA (indústria fonográfica dos EUA) e outros.
http://www.clesio.net/cn/index.php/2007/05/23/menor_pais_do_mundo_e_uma_plataforma_mil?blog=12
DEFICIÊNCIAS, Mario Quintana

DEFICIÊNCIAS, Mario Quintana (escritor gaúcho nascido em 30/07/1906 e morto em 05/05/1994.
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre."
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Metade
“Que a força do medo que tenho
não me impeça de ver o que anseio
e que a morte de tudo em que acredito
não me tape os ouvidos e a boca
porque metade de mim é o que eu grito
mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
seja linda ainda que tristeza
que a mulher que amo seja pra sempre amada
mesmo que distante
porque metade de mim é partida
mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que falo
não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
apenas respeitadas como a única coisa
que resta a um homem inundado de sentimentos
porque metade de mim é o que ouço
mas a outra metade é o que calo.
E essa minha vontade de ir embora
se transforme na calma e paz que mereço
e que a tensão que me corrói por dentro
seja um dia recompensada
porque metade de mim é o que penso
mas a outra metade um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
e que a convivência comigo mesmo se torne tudo
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
que me lembro ter dado na infância
pois metade de mim é a lembrança do que fui
a outra metade eu não sei
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
pra me fazer aquietar o espírito
e o que o silêncio me fale cada vez mais
pois metade de mim é abrigo
a outra metade é cansaço
Que a arte nos aponte uma resposta
mesmo que ela mesma não saiba
e que ninguém a tente complicar
pois é preciso simplicidade para fazê-la florescer
pois metade de mim é platéia
a outra metade é canção
E que a minha loucura seja perdoada
pois metade de mim é amor
e a outra metade.......também"
Owaldo Montenegro
não me impeça de ver o que anseio
e que a morte de tudo em que acredito
não me tape os ouvidos e a boca
porque metade de mim é o que eu grito
mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
seja linda ainda que tristeza
que a mulher que amo seja pra sempre amada
mesmo que distante
porque metade de mim é partida
mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que falo
não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
apenas respeitadas como a única coisa
que resta a um homem inundado de sentimentos
porque metade de mim é o que ouço
mas a outra metade é o que calo.
E essa minha vontade de ir embora
se transforme na calma e paz que mereço
e que a tensão que me corrói por dentro
seja um dia recompensada
porque metade de mim é o que penso
mas a outra metade um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
e que a convivência comigo mesmo se torne tudo
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
que me lembro ter dado na infância
pois metade de mim é a lembrança do que fui
a outra metade eu não sei
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
pra me fazer aquietar o espírito
e o que o silêncio me fale cada vez mais
pois metade de mim é abrigo
a outra metade é cansaço
Que a arte nos aponte uma resposta
mesmo que ela mesma não saiba
e que ninguém a tente complicar
pois é preciso simplicidade para fazê-la florescer
pois metade de mim é platéia
a outra metade é canção
E que a minha loucura seja perdoada
pois metade de mim é amor
e a outra metade.......também"
Owaldo Montenegro
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Caixa de Pandora
A caixa de Pandora é uma expressão muito utilizada quando se quer fazer referência a algo que gera curiosidade, mas que é melhor não ser estudada (revelada).
Sua origem está relacionada ao mito grego do surgimento da primeira mulher, Pandora, criada pelos deuses para castigar o homem. Ela abriu um recipiente e libertou todos os males que se abateram sobre o homem. Segundo a mitologia a Terra era sombria e sem vida, os deuses e a natureza começaram a dar vida e pôr cada coisa em seu devido lugar, porém faltava um animal nobre que pudesse servir de recipiente para um espírito, essa tarefa ficou incumbida aos Titãs Epimeteu (aquele que reflete tardiamente) e Prometeu (aquele que prevê).
Epimeteu criou os animais dando-lhes todas as características distintas, Prometeu ficou responsável por criar um ser à imagem e semelhança dos deuses. Com isso pegou um pouco de terra e molhou com a água de um rio, obtendo assim argila, foi moldando-a com carinho e dedicação até conseguir uma imagem semelhante à de seus deuses. Porém, o homem estava sem vida, por isso Prometeu pegou todas as coisas boas que seu irmão Epimeteu colocou nos animais e também colocou no homem, mas ainda faltava algo mais forte. Prometeu tinha amizade com uma deusa, Atená, essa com admiração pela obra dos Titãs deu ao o homem o espírito que lhe faltava.
Após ter destruído seu próprio pai, Zeus voltou suas atenções para a humanidade recém-criada e dela cobrava devoção, sacrifícios em troca de proteção. A partir do momento em que Zeus e seus irmãos passaram a disputar poder com a geração dos Titãs, Prometeu, mesmo não tendo participado da batalha era visto como inimigo e os seres humanos uma ameaça constante.
Em defesa do homem Prometeu e Zeus se encontraram em Mecone (Grécia) para decidirem os deveres e os direitos da humanidade. Prometeu pediu para que os deuses cobrassem mesmo por sua proteção, para isso teve a idéia de por à prova o poder e a visão justa e clara de Zeus. Matou um belo e imenso touro, partiu-o ao meio e pediu para que os deuses do Olimpo escolhessem uma das partes, pois a outra caberia aos humanos. Porém, ele pôs em um dos montes apenas ossos e cobriu-os com o sebo do animal, esse apresentou ser maior que o outro monte de carne. Com toda sua soberba Zeus escolheu o monte maior, no entanto, ao descobrir que havia sido enganado por Prometeu, decidiu vingar-se dele negando à humanidade o último dos dons que necessitavam para se manterem vivos: o fogo.
Com o objetivo de salvar sua criação, Prometeu roubou uma centelha de fogo celeste e entregou aos homens. Ao perceber que o novo brilho que vinha da terra era fogo, Zeus decidiu se vingar do ladrão (Prometeu) e dos beneficiados com o fogo (a humanidade). Aprisionou Prometeu na parede de um penhasco na montanha caucasiana, com uma corrente inquebrável, todos os dias suas vísceras eram comidas pelas aves, como era imortal durante a noite os órgãos e restituíam e no dia seguinte as aves voltam e comiam novamente, assim era a sua tortura diária. Antes de ser aprisionado Prometeu deixou um recipiente, seu formato não é descrito ao certo, aqui será denominado de “caixa”, com seu irmão Epimeteu, e esse ficou incumbido de ser o guardião da caixa, não permitindo que ninguém se aproximasse dela. Para se vingar do homem, Zeus resolveu criar a mulher com a ajuda dos demais deuses, nela cada um dos deuses pôs uma de suas qualidades, dente elas a beleza e a inteligência e deu-lhe o nome de Pandora.
Zeus a enviou de presente para Epimeteu, esse não deu ouvido aos conselhos que o irmão havia lhe dado antes de partir, que era para não aceitar nenhum presente dos deuses, aceitou Pandora.
Ela o seduziu e, após cair na armadilha de Zeus, Epimeteu caiu em um sono profundo, aproveitando-se disso Pandora abriu a caixa e quase todos os males que estavam lá dentro foram libertos, coisas tão ruins a amedrontaram fazendo-a fechar a caixa, porém, o último e mais importante permanecera dentro da caixa, o destruidor da esperança.
Por isso a mulher ficou conhecida como o grande mal da humanidade. A estória mitológica é um pouco semelhante à bíblica, da criação do homem e da mulher (Adão e Eva), pois nessa a mulher também é a responsável pela desgraça humana.
Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola
http://www.brasilescola.com/filosofia/caixa-de-pandora.htm
Sua origem está relacionada ao mito grego do surgimento da primeira mulher, Pandora, criada pelos deuses para castigar o homem. Ela abriu um recipiente e libertou todos os males que se abateram sobre o homem. Segundo a mitologia a Terra era sombria e sem vida, os deuses e a natureza começaram a dar vida e pôr cada coisa em seu devido lugar, porém faltava um animal nobre que pudesse servir de recipiente para um espírito, essa tarefa ficou incumbida aos Titãs Epimeteu (aquele que reflete tardiamente) e Prometeu (aquele que prevê).
Epimeteu criou os animais dando-lhes todas as características distintas, Prometeu ficou responsável por criar um ser à imagem e semelhança dos deuses. Com isso pegou um pouco de terra e molhou com a água de um rio, obtendo assim argila, foi moldando-a com carinho e dedicação até conseguir uma imagem semelhante à de seus deuses. Porém, o homem estava sem vida, por isso Prometeu pegou todas as coisas boas que seu irmão Epimeteu colocou nos animais e também colocou no homem, mas ainda faltava algo mais forte. Prometeu tinha amizade com uma deusa, Atená, essa com admiração pela obra dos Titãs deu ao o homem o espírito que lhe faltava.
Após ter destruído seu próprio pai, Zeus voltou suas atenções para a humanidade recém-criada e dela cobrava devoção, sacrifícios em troca de proteção. A partir do momento em que Zeus e seus irmãos passaram a disputar poder com a geração dos Titãs, Prometeu, mesmo não tendo participado da batalha era visto como inimigo e os seres humanos uma ameaça constante.
Em defesa do homem Prometeu e Zeus se encontraram em Mecone (Grécia) para decidirem os deveres e os direitos da humanidade. Prometeu pediu para que os deuses cobrassem mesmo por sua proteção, para isso teve a idéia de por à prova o poder e a visão justa e clara de Zeus. Matou um belo e imenso touro, partiu-o ao meio e pediu para que os deuses do Olimpo escolhessem uma das partes, pois a outra caberia aos humanos. Porém, ele pôs em um dos montes apenas ossos e cobriu-os com o sebo do animal, esse apresentou ser maior que o outro monte de carne. Com toda sua soberba Zeus escolheu o monte maior, no entanto, ao descobrir que havia sido enganado por Prometeu, decidiu vingar-se dele negando à humanidade o último dos dons que necessitavam para se manterem vivos: o fogo.
Com o objetivo de salvar sua criação, Prometeu roubou uma centelha de fogo celeste e entregou aos homens. Ao perceber que o novo brilho que vinha da terra era fogo, Zeus decidiu se vingar do ladrão (Prometeu) e dos beneficiados com o fogo (a humanidade). Aprisionou Prometeu na parede de um penhasco na montanha caucasiana, com uma corrente inquebrável, todos os dias suas vísceras eram comidas pelas aves, como era imortal durante a noite os órgãos e restituíam e no dia seguinte as aves voltam e comiam novamente, assim era a sua tortura diária. Antes de ser aprisionado Prometeu deixou um recipiente, seu formato não é descrito ao certo, aqui será denominado de “caixa”, com seu irmão Epimeteu, e esse ficou incumbido de ser o guardião da caixa, não permitindo que ninguém se aproximasse dela. Para se vingar do homem, Zeus resolveu criar a mulher com a ajuda dos demais deuses, nela cada um dos deuses pôs uma de suas qualidades, dente elas a beleza e a inteligência e deu-lhe o nome de Pandora.
Zeus a enviou de presente para Epimeteu, esse não deu ouvido aos conselhos que o irmão havia lhe dado antes de partir, que era para não aceitar nenhum presente dos deuses, aceitou Pandora.
Ela o seduziu e, após cair na armadilha de Zeus, Epimeteu caiu em um sono profundo, aproveitando-se disso Pandora abriu a caixa e quase todos os males que estavam lá dentro foram libertos, coisas tão ruins a amedrontaram fazendo-a fechar a caixa, porém, o último e mais importante permanecera dentro da caixa, o destruidor da esperança.
Por isso a mulher ficou conhecida como o grande mal da humanidade. A estória mitológica é um pouco semelhante à bíblica, da criação do homem e da mulher (Adão e Eva), pois nessa a mulher também é a responsável pela desgraça humana.
Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola
http://www.brasilescola.com/filosofia/caixa-de-pandora.htm
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